Coronavírus: cuidados com as doenças raras durante a pandemia

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Coronavírus
mohamed_hassan / Pixabay

Estima-se que cerca de 85% dos casos de Covid-19 causados ​​pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) causem sintomas leves. No entanto, pessoas com doenças raras e crônicas correm maior risco de infecções graves, portanto a prevenção precisa ser dobrada.

Uma das principais recomendações é nunca desistir do tratamento por conta própria, por medo de ir à clínica ou por ter ouvido falar que um determinado medicamento aumentará o efeito do coronavírus. Consulta, infusão ou outros procedimentos não podem ser cancelados, a menos que sejam baseados em conselhos médicos.

Diante de uma pandemia de coronavírus, a situação ideal é chamar o profissional que acompanha o paciente e verificar se há ajustes a serem feitos. Às vezes, a avaliação médica pode ser realizada por telemedicina com o apoio de recursos técnicos – para evitar sair de casa. Mas às vezes não.

Vale também conversar sobre receitas de medicamentos de uso contínuo e garantir a quantidade necessária para o período.

Se o indivíduo precisar sair para fazer seu tratamento

O Ministério da Saúde orienta as pessoas que precisam sair de casa usem máscaras feitas por eles mesmos. Não são tão eficazes quanto as cirúrgicas (para profissionais médicos, pacientes Covid-19 e seus cuidadores, os resultados não devem ser bons), mas promovem uma barreira mecânica, que reduz o risco de propagação do vírus.

Só que, se não usada corretamente, a máscara facilita infecções. A cartilha reforça que esse item não dispensa outras medidas de prevenção.

Há uma preocupação de que a utilização das máscaras gere uma falsa sensação de segurança, que faria a população negligenciar táticas sabidamente eficazes, como praticar o distanciamento social, lavar as mãos com frequência, usar álcool em gel antes e depois de tocar em superfícies como maçanetas e não levar a mão ao rosto.

Outro ponto destacado é respeitar a etiqueta da higiene: cubra boca e nariz com o antebraço ao tossir e espirrar. Durante a saída, a recomendação é evitar aglomerações e manter a distância recomendada de pelo menos 1,5 metro dos outros.

Quando voltar para casa

Após a chegada, não tome medidas de higiene pessoal primeiro, incluindo tomar banho e trocar de roupa, e não toque em nada. Os sapatos não são os melhores em casa. Cadeiras de rodas, muletas, muletas e auxiliares de locomoção e chaves e telefones celulares precisam ser limpos com freqüência, especialmente quando entram em contato com as mãos

Além de medidas para controlar o vírus, este folheto também enfatiza a importância de proporcionar saúde física e mental, não apenas para pacientes com doenças raras, mas também para seus cuidadores. Buscar conexões com amigos e familiares, nutrir a espiritualidade, comer e dormir bem são as estratégias para manter a sanidade durante esse período.