Os perigos da auto-medicação

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Os perigos de se automedicar
Os perigos de se automedicar

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Para quem não sabe, existem alguns perigos da auto-medicação em face de problemas de saúde que parecem simples. É um pouco de dor de cabeça, febre alta, ou simplesmente a dor nos músculos, é comum o uso de medicamentos sem orientação médica ou profissional de saúde qualificado.

“O Instituto de Pesquisa e cursos de Pós-Graduação para Farmacêuticos (ICTQ) realizou uma pesquisa que mostra essa situação: 76,4% da população brasileira faz uso de medicamentos para os conselhos de familiares, amigos, colegas e vizinhos.” (1) Mas, embora não seja comum, esta prática tem vindo a revelar cada vez mais perigoso para a saúde.

De acordo com o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox/Fiocruz), em 2011, havia cerca de 30 mil pessoas sofreram com casos de intoxicação por uso de medicamentos. (1) Embora estes casos representam em sua totalidade, os resultados da auto-medicação, os especialistas acreditam que esta é uma das maiores causas do problema.

Dada esta situação, é importante para alertar as pessoas sobre os perigos resultantes a partir da auto-medicação. Além disso, é necessário alertar sobre os grupos de pessoas que estão em maior risco de frente a esta prática. Mas também é necessário para explicar os dados, o uso de remédios naturais, e o que é a auto-medicação é responsável. Siga este artigo abaixo e tire todas as suas dúvidas sobre este tema.

Quais são os riscos da auto-medicação?

De acordo com o médico, Patricia Filgueiras dos Reis, um auto-medicação pode ser responsável pela resistência ou dependência em um recurso especial. Além disso, esta tática pode conduzir a um agravamento do quadro, uma vez que alguns medicamentos acabam camuflando os sintomas, mas eles não tratam a doença em si.

A automedicação pode agravar os quadros ou camuflar sintomas (Foto: depositphotos)

Mais um grande resultado na interação de drogas é desconhecido por boa parte da população. Para quem não sabe, os medicamentos podem interferir com as ações de outros, muitas vezes, cortar ou diminuir os efeitos de cada um.

“Isso acontece com certos tipos de antibióticos e de pílulas anticoncepcionais. Variam de caso para caso, mas pode acontecer que no primeiro e a medicação para evitar o impacto da segunda, que é de uso contínuo”, explica o especialista, que vai contra a aplicação médica Docway.

Mas estes não são apenas os riscos da auto-medicação. De acordo com o farmacêutico Ianca Pereira da Silva, de pacientes que tomar medicamento por conta própria pode sofrer com reações alérgicas leves ou graves. No entanto, o aumento da resistência de micro-organismos e a ineficácia dos medicamentos têm sido os maiores desafios de saúde da comunidade.

“No momento, estamos com dificuldades em relação aos antibióticos. Assim, como resultado de uma auto-medicação, os micro-organismos estão se tornando cada vez mais resistentes, o que leva à necessidade de se desenvolver novas drogas está se tornando cada vez mais forte”, disse Ianca.

Desta forma, as drogas que foram previamente eficaz no combate a alguns problemas de saúde são agora vencidos por essas mesmas doenças. Tudo isso é devido ao uso indevido e irresponsável de medicamentos.

No entanto, é de notar que a auto-medicação pode ser ainda mais prejudicial em alguns grupos da sociedade. Idosos, mulheres grávidas e lactantes e crianças que são mais vulneráveis ao uso indiscriminado de medicamentos.

Resultados em idosos

De acordo com o Ministério da Saúde, os medicamentos agem de forma diferente no corpo dos idosos. Nestes casos, é ainda mais comum o risco de toxicidade e outros efeitos indesejados. (2)

Por estas razões, é indicado para dobrar o cuidado com a auto-medicação de idosos. Além disso, a fim de ajudar os idosos que têm problemas de visão, ou de memória, mas você precisa tomar remédios. Em situações como essas, você deve deixar claro para as doses, os horários e o modo de uso de todas as drogas.

Os perigos da auto-medicação durante a gravidez

As grávidas gostam de mulheres que amamentam devem estar alerta para o uso de indiscriminando de medicamentos. De acordo com o Ministério da Saúde, essas mulheres só devem usar medicamentos prescritos pelo médico.

Isto é porque muitos medicamentos podem ser transferidos da mãe para o bebê através do leite materno. Portanto, algumas substâncias que podem prejudicar a saúde dos dois. E esta recomendação serve os remédios, farmacológico, bem como à base de plantas e homeopáticos.

Riscos em crianças

Já o corpo das crianças são iguais aos adultos, portanto, não metabolizam os medicamentos da mesma forma. Portanto, é recomendado dar medicamentos para adultos para o menor. Além disso, os especialistas aconselham e orientam os filhos em relação aos medicamentos.

É necessário explicar o que são os riscos dos medicamentos para a saúde. Também é necessário deixar claro que as pílulas não são doces ou balas, e, assim, evitar a ingestão pela confusão.

Quais são os medicamentos mais comuns utilizados na auto-medicação?

Aqueles que nunca experimentaram fortes dores de cabeça e foi aconselhado a tomar a medicação pelo colega? Ou, então, apresenta o quadro de alergia e é logo abordado por um membro da família estados medicamento? Essas e outras situações são bastante comuns no dia-a-dia da população, porque há uma série de soluções que você pode comprar sem receita médica.

De acordo com o farmacêutico Ianca Pereira, anti-inflamatórios e anti-histamínicos são algumas das drogas mais comumente utilizadas na auto-medicação. No entanto, até mesmo os antibióticos, que devem ser vendidos apenas sob prescrição médica, são utilizados sem acompanhamento de um profissional de saúde.

Cuidado com remédios naturais

Engana-se quem acredita que os remédios naturais não merecem o mesmo cuidado como os outros. “Acredito no ditado:” se é natural, não faz mal’, ou ‘se não, ruim, também não’ pode ser perigoso, porque as plantas são um conjunto de substâncias que agem sobre o corpo, promovendo a ação e também pode ser tóxico.” (2)

Assim, mesmo que a medicina é a medicina herbal, estabelece algumas precauções. Em primeiro lugar, o Ministério da Saúde recomenda para assegurar que o produto está sendo desenvolvido por farmacêuticos e indústrias autorizado.

Além disso, o cliente deve verificar as condições da embalagem e o rótulo de informações, como o nome científico da planta, a data de validade, o lote data e a capacidade de se concentrar. Finalmente, você deve perguntar para um profissional de saúde para obter informações sobre o produto, em termos de utilização e de motivação.

Anti inflamatórios e histamínicos são alguns dos medicamentos mais utilizados na automedicação

29% das mortes que ocorrem no Brasil são causadas por intoxicação por drogas (Foto: depositphotos)

Dados sobre a auto-medicação

Alguns dados sobre a auto-medicação, em que se destacam, dê uma olhada em:

  • “No Brasil, pelo menos 35% dos medicamentos adquiridos são feitas através da auto-medicação” (3)
  • De acordo com astudiaeth para uma farmácia em casa, 97% dos agregados familiares para visitar pelo menos uma medicação de estocagem. Nestes casos, os medicamentos em casa em 20 itens. Deste montante, cerca de 55% são comprados sem receita médica, e 25% está fora do período de validade, mas, mesmo assim, 24% deles ainda estão a ser utilizados pelos moradores (3)
  • “De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, 29% das mortes que ocorrem no Brasil são causadas por intoxicação por drogas. Além disso, a partir de 15% a 20% do orçamento do hospital são usados para tratar as complicações causadas pelo uso indevido de drogas”.

Em face desses fatos, é claro que a auto-medicação não é isolado no problema. Isto porque, existem outros problemas associados com o ato de tomar medicação por conta própria e, agora, também pode colocar em risco a sua saúde. Por exemplo, algumas pessoas que tomam o remédio por algum problema, mas não sei a quantidade exata de se livrar da doença.

Outra situação também é comum o uso de antibióticos por períodos mais ou menos do que o ideal. Portanto, os micro-organismos podem desenvolver resistência a substâncias medicinais em pequenas quantidades ou medicação apropriada pode, em última análise, prejudicial para o organismo, devido ao excesso.

Além disso, o uso de medicamentos em atraso é um grave problema na sociedade brasileira. Ao mesmo tempo em que esta prática não resolve o problema, se você quer eliminar, também pode contribuir para o surgimento de outras doenças.

O que é a auto-medicação é o responsável?

A auto-medicação é o responsável pela manipulação de fazer para a base de medicamentos que não precisam de receita médica no momento da compra, no chamado Medicamentos Gratuitos (PMI).

“Na farmácia de negócios em medicamentos que estão dentro do alcance do cliente, mesmo assim, a sugestão é que o cliente procurar os serviços do(a) farmacêutica(o) responsável para que o conselho está fazendo, e o tratamento é mais eficaz”, explica a farmacêutica Ianca.

De acordo com a Agência Nacional de Equipamentos de Vigilância sanitária (Anvisa), apesar de ter a receita médica, medicamentos deste tipo, eles não têm o uso da graça. Isso significa que você precisa de sensibilização para usá-los.

“Medicamento para dor de cabeça, gripe, má digestão e outras formas de maus-estar dos efeitos colaterais mais leve, ele não deve ser usado por um longo tempo. Se o desconforto persistir, consulte um médico. O uso desses medicamentos por um longo tempo por mascarar os sintomas de um problema de saúde mais grave.” (4)

E se espalhar ainda mais a todas essas informações, especialmente sobre os perigos da auto-medicação, o Ministério da Saúde criou uma série de campanhas de conscientização. “A melhor solução em que a informação” é um deles, mas não o único. No momento, do dia 5 de maio está previsto para o Dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos.

De volta para a pasta, com o propósito de criar este dia “é para enfatizar o papel do uso indiscriminado de medicamentos e a auto-medicação, como a principal responsável pelas altas taxas de intoxicação por drogas.” (5) em Fazer as pessoas se tornam mais conscientes e começar a cuidar da saúde.

*Artigo feito em cooperação com o médico Patricia Filgueiras dos Reis (CRM: 52.67542-3) e farmacêutica Ianca Pereira da Silva (CRF): 7429).

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Referências

1. CASTRO, Clarisse. “Interações medicamentosas: compreender os riscos da medicação sem direção“. Portal Fio Cruz, 2015. Disponível em: https://portal.fiocruz.br/noticia/interacao-medicamentosa-entenda-os-riscos-de-se-medicar-sem-orientacao. Acesso em 20 de fevereiro de 2019.
2. SAÚDE, do Ministério. “Um Primer para a promoção do uso racional de medicamentos”. 2015. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cartilha_promocao_uso_racional_medicamentos.pdf. Acesso em 20 de fevereiro de 2019.
3. PEREIRA, Januaria Ramos; SOARES, Lucianos; HOEPFNER, Lígia; KRUGER, Karin Elisa; GUTTERVIL, Marianne Leite; TONINI, Karen Cristine; DEVEGILI, Daiane
Aparecida, brasil; ROCHA, Elaine Regina; VERDI, Flávia; DALFOVO, Daiane; OLSEN, Karina; MENDES, Tatiana; DERETTI, Roberta; SOARES, Viviane; LOBERMEYER, Cizete; MOREIRA, Jaciara; FERREIRA, Jacqueline; FRANCISCO, Adriana. “Os riscos da auto-medicação: para Tratar o problema com as informações”. Universidade da Região de Joinville (sistemas de informação). Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/premio_medica/pdfs/trabalhos/mencoes/januaria_ramos_trabalho_completo.pdf. Acesso em 20 de fevereiro de 2019.
4. A Anvisa. “Auto-medicação“. Disponível em: https://bit.ly/2NfQxmo. Acesso em 20 de fevereiro de 2019.
5. Blog Da Saúde. “O dia Nacional do Uso Racional de Medicamentos alerta para o perigo da auto-medicação”. O ministério da Saúde, até 2015. Disponível em: http://www.blog.saude.gov.br/index.php/35485-dia-nacional-do-uso-racional-de-medicamentos-alerta-para-perigo-da-automedicacao. Acesso em 20 de fevereiro de 2019.

 

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